Cena 1/ Mansão Bertolin/ Sala de estar/ Interno/ Dia
LUANA: Quem é você para obrigar uma conversa, Alexandre? Você deveria ter vergonha na cara, isso sim. Aparecer aqui depois das coisas horríveis que você fez.
TIAGO: Vá embora, Alexandre. A gente não tem nada para conversar.
ALEXANDRE: Estão enganados. Vocês foram injustos comigo quando decidiram me acusar por um assassinato que não cometi.
TIAGO: Eu reconheço que foi um erro termos culpado você pela morte da Amanda, mas eu nunca vou te pedir perdão, Alexandre. Nunca. Você que me deve por isso, por ter me traído com minha própria noiva, por ter insistido em um relacionamento que ela não queria.
LUANA: Saia daqui, Alexandre. Você não é bem vindo nessa casa.
TIAGO: E mesmo você não ter sido a pessoa que atirou na Amanda, a morte dela, indiretamente, foi causada por você. Se você não tivesse arrumado aquele jantar romântico no cais, a Amanda não teria aparecido lá e nada do que aconteceu com ela teria acontecido. De qualquer forma, você foi responsável, sim, pela morte dela.
ALEXANDRE: Deixa de ser ridículo, Tiago. Eu reconheço que errei ao insistir em uma relação com a Amanda, mas ela não morreu porque foi ao cais. Ela poderia ter sido assassinada tanto lá quanto em outro lugar, como na praça ou até mesmo aqui, nessa mansão.
TIAGO: Aqui nunca. A Amanda nunca morreria na minha mansão, porque aqui ela estaria protegida de todo o mal.
ALEXANDRE: Você acha mesmo, Tiago? Realmente, você foi enfeitiçado pela magia negra da Luana.
LUANA: Já estava demorando a começar a me ofender.
ALEXANDRE: Para o seu governo, Tiago, aqui, essa mansão, seria o lugar mais perigoso para Amanda. E sabe por quê? Por causa da Luana. Ela sempre odiou a Amanda. Ela é a culpada de tudo o que está acontecendo.
LUANA: Como você consegue abrir a boca para falar tanta besteira? Você deveria ter vergonha na cara, seu idiota. Não soube segurar a Amanda para si e agora está querendo arranjar uma culpada para a própria incompetência.
ALEXANDRE: Cala a boca.
(Alexandre dá um soco em Luana, que cai no chão. Tiago se agacha e se aproxima dela)
TIAGO: Saia daqui, Alexandre, antes que eu chame a polícia.
ALEXANDRE: Eu sinto muito por você, meu amigo.
TIAGO: Nunca mais me chame de amigo.
ALEXANDRE: É irônico você dizer isso. Uma pessoa que dorme com o perigo todas as noites.
(Alexandre sai)
TIAGO: Você está bem? Eu posso te levar ao hospital.
LUANA: O que é, Tiago? Agora que perdeu a delegada Isadora, quer bancar o bonzinho para me reconquistar? Eu sei me cuidar sozinha.
(Luana levanta-se e sai)
Cena 2/ Sorveteria/ Interno/ Dia
(Luiza está sentada. De frente a ela, está o carrinho de bebê, com Marquinhos dentro. Vitor entra e se aproxima dela e do neném)
VITOR (agachando as mãos para pegar Marquinhos no colo): Meu filho.
(Luiza afasta o carrinho das mãos de Vitor)
LUIZA: Nem tente encostar essas patas imundas no meu filho.
VITOR: Nosso filho.
LUIZA: Nada disso. Meu filho e do Felipe também.
VITOR: Parece que você está mesmo disposta a perder o Marquinhos para mim. Eu fui bem claro quando disse que entraria com um pedido de guarda, caso você não se separasse do Felipe.
LUIZA: E eu me lembro de ter sido bem clara quando cuspi na cara, dizendo que não cederia à sua chantagem. Quer brigar comigo nos tribunais, Vitor? Ótimo. Vamos ver se o juiz será insano o bastante para entregar a guarda do Marquinhos para você, o homem que abandonou a mulher grávida quando ela anunciou a gravidez.
(Luiza levanta-se, pega e empurra o carrinho e sai da sorveteria)
Cena 3/ Paisagens de Dourados/ Noite
(Toca Spiritual – Katy Perry)
Cena 4/ Mansão Amorim/ Sala de jantar/ Interno/ Noite
(Vitor e seu advogado Ferreira estão sentados à mesa)
VITOR: Agora que eu lhe contei sobre essa história de ter me recusado a assumir a paternidade do Marquinhos quando a Luiza anunciou a gravidez, eu preciso saber se eu tenho chances para ter a guarda dele.
FERREIRA: Isso é bem difícil, Vitor. Se você, no inicio, se recusou a dar assistência ao seu filho, o juiz vai entender que você está pedindo a guarda só para satisfazer uma jogada orgulhosa.
VITOR: Mas eu só quero recuperar o tempo perdido.
FERREIRA: Eu serei bem sincero com você, Vitor. Você quer mesmo a guarda do seu filho?
VITOR: Óbvio que quero.
FERREIRA: Então você terá que jogar sujo para conseguir.
VITOR: Jogar sujo? Não se preocupe, doutor Ferreira. Jogar sujo é a minha principal especialidade.
Cena 5/ Mansão Bertolin/ Quarto de Luiza e Felipe/ Interno/ Noite
LUIZA: Nós precisamos de um advogado.
FELIPE: Fica tranqüila. Eu tenho professores na faculdade que já advogam. Tem um que é ótimo. O doutor Santana. Tenho certeza que ele vai se dispor a nos ajudar.
LUIZA: Estou com medo, Felipe. Medo de perder o nosso filho para o traste do Vitor.
FELIPE: Acalme-se, meu amor. Isso não vai acontecer. Nenhum juiz decente vai dar a guarda do Marquinhos para um homem que renegou o próprio filho meses atrás.
LUIZA: E se o juiz que atender o nosso caso for um indecente, um que esteja ligado ao Vitor? Eu não quero perder o meu filho. Não quero.
FELIPE: E você não vai.
(Luiza e Felipe se abraçam)
Cena 6/ Mansão Amorim/ Sala de estar/ Interno/ Noite
(A campainha toca e Vera atende)
VERA: Luana?
LUANA: Olá, Vera. O meu primo está?
VERA: O Solano?
LUANA: Sim. Você não sabia que eu e ele éramos primos?
VERA: Claro que sabia. Ele está no quarto. Eu mesma irei chamá-lo.
LUANA: Será que você poderia pedir para outra pessoa chamá-lo? Eu quero conversar com você. Não vai me convidar para entrar?
VERA: Claro. Entre.
(Luana entra e Vera fecha a porta)
LUANA: Bom, eu queria quebrar qualquer tipo de barreira que exista entre a gente. Na verdade, sempre quis, mas não sabia como me aproximar de você, por conta dos seus problemas com a depressão e pelo fato de a gente nunca ter sido íntimas.
VERA: De onde você tirou essa idéia de que existe uma barreira entre nós?
LUANA: Eu penso que existe, ou pelo menos, existia, pelo fato de eu ter me casado com o Tiago, o homem que a Amanda amava.
VERA: Essa barreira só existiu na sua cabeça, Luana. Eu não te crucifico por você ter se casado com o Tiago. A Amanda morreu e o Tiago tinha que tocar a vida dele para frente. E você o ajudou a fazer isso. Só acho que o casamento aconteceu cedo demais. Mas quem sou eu para julgar as atitudes das pessoas?
LUANA: Será que podemos ser amigas?
VERA: Claro. Não vejo motivos para não sermos.
(Luana dá um sorriso e pega na mão de Vera)
LUANA: Saiba que eu apóio completamente o seu relacionamento com o Solano. Já ouvi alguns comentários maldosos sobre a relação de vocês dois, mas não se importe. O que vale mesmo é que você está se sentindo bem. O resto é resto.
VERA: Você tem razão. Pode ficar tranqüila. Não estou me importando com o que esse povo fala ou deixa de falar de mim. E quer saber de uma coisa? Eu passei tanto tempo escondida dentro de mim mesma, que eu quero mais é me mostrar.
(As duas riem. Solano desce)
SOLANO: Luana?
LUANA: Oi, Solano. Vim aqui te chamar para me acompanhar em uma visita à casa da tia Raimunda. Agora que lá está abandonado, eu fico com medo de aparecer sozinha.
SOLANO: Claro. Vamos sim.
Cena 7/ Casa de Raimunda/ Sala/ Interno/ Noite
LUANA: Bom, eu fiz o que você me pediu. Estou me aproximando da idosa Vera.
SOLANO: Idosa já é exagero, Luana.
LUANA: Pouco me importa. Temos problemas mais sérios para nos preocupar, como por exemplo, a saída do Alexandre do presídio.
SOLANO: Como é? O Alexandre foi solto? Como você soube disso?
LUANA: É isso mesmo. A inocência dele foi provada. Como eu sei? Ah, meu amor, eu sou Luana Carvalho Bertolin, eu sei de tudo. O Alexandre apareceu na mansão logo depois de sair da penitenciária. Ele até me socou. Você acredita? Bom, pelo menos, a liberação daquele traste nos indica que as provas já saíram das mãos do juiz e voltaram para o colo da delegada Isadora. Nós precisamos resgatar essas provas. Com elas, a delegada Isadora pode destruir os nossos planos.
SOLANO: E como iremos fazer isso?
LUANA: Bom, recentemente eu fui fazer uma visita a ela. Eu decorei todos os cantos daquele quartinho onde ela está hospedada. Você sabe como eu tenho uma ótima memória fotográfica. Eu irei invadir o quartinho, enquanto você irá distraí-la.
SOLANO: Eu? Mas como eu vou fazer isso?
LUANA: Simples. Você irá convidá-la para almoçar amanhã.
SOLANO: E você acha que ela vai aceitar?
LUANA: Claro. É só lançarmos a isca perfeita.
Cena 8/ Pousada/ Quartinho de Isadora/ Interno/ Noite
(Isadora guarda as provas dentro de um baú. Seu telefone toca e ela atende)
ISADORA: Alô. Solano?
...
ISADORA: Um almoço? Sobre o quê você quer falar comigo?
...
ISADORA: Tudo bem. Eu irei.
(Isadora põe o celular em cima do criado mudo)
Cena 9/ Paisagens de Dourados/ Dia
(Toca Be Like That – 3 Doors Down)
Cena 10/ Mansão Bertolin/ Quarto de Tiago/ Interno/ Dia
CELSO: Devo admitir que o seu anúncio de separação pegou todos de surpresa.
TIAGO: Eu sei. Mamãe está comemorando tanto. Não está celebrando mais, por conta da complicação cirúrgica do papai.
CELSO: Mas as doações de sangue foram todas feitas. Papai será salvo. Mas, voltando ao assunto, será que eu posso saber o motivo desse divórcio?
TIAGO: Você sabe que eu nunca amei a Luana de fato, Celso.
CELSO: Eu sei, mas por que abrir mão do casamento só agora?
TIAGO: Eu estou apaixonado. Estou amando uma mulher.
CELSO: Quem?
TIAGO: A delegada Isadora. Mas, por favor, não conte isso pra ninguém.
CELSO: Fique tranqüilo. Mas como você sabe que o que sente por ela é de fato amor?
TIAGO: O que eu sinto pela Isadora era o que eu sentia pela Amanda, quando ela era ainda viva. Eu tinha plena consciência de que eu amava a Amanda. Se era amor o que eu sentia por ela, é amor o que eu sinto pela Isadora.
CELSO: Estou torcendo pela sua felicidade, Tiago. Você sabe disso.
TIAGO: E eu agradeço pela torcida. O problema é que a Luana está se fazendo de difícil para dificultar o divórcio. Sem falar, que a Isadora terminou comigo repentinamente, sem ao menos me dar uma justificativa. Mas eu não vou desistir dela, meu irmão. Eu vou lutar pela Isadora.
CELSO: E você está esperando o quê? Chame a Isadora para conversar e convença-a a colocar todas as cartas na mesa. Definam a relação antes de vocês.
TIAGO: Você tem razão, Celso.
Cena 11/ Restaurante/ Interno/ Dia
(Isadora e Solano estão sentados frente a frente)
ISADORA: Você não me disse qual seria o tema da nossa conversa no telefonema de ontem. Será que poderia matar a minha curiosidade e dizer agora?
SOLANO: Delegada Isadora, eu quero falar sobre a morte da Amanda.
ISADORA: Que interessante. Eu já imaginava que essa seria a pauta da nossa conversa. Confesso que quando você me ligou, cheguei a pensar que esse almoço seria uma armadilha, uma espécie de cilada.
SOLANO: Como a senhora me julga mal.
ISADORA: O que você quer saber exatamente?
SOLANO: Oras. Eu já disse. É sobre a morte da Amanda.
ISADORA: Sim, eu entendi. Mas esse assunto é muito diverso. De que parte dele você deseja falar, especificamente?
SOLANO: Eu vi o Alexandre vagando pelas ruas da cidade recentemente. Ele foi solto?
ISADORA: A inocência dele foi provada. O Alexandre não matou a Amanda. Isso é fato.
SOLANO: Pois saiba que eu acho isso um absurdo. Se eu não me engano, foi um casal que matou a Amanda, não é isso? Quem garante que o homem desse casal não era o Alexandre?
ISADORA: Nossa. Para quem estava completamente por fora da investigação, até que você está sabendo demais, Solano. Quem foi que te contou que foi um casal quem matou a Amanda? Foi a sua prima Luana? Eu também não sabia que ela estava por dentro da investigação.
Cena 12/ Pousada/ Quarto de Isadora/ Interno/ Dia
(Luana abre a porta com uma chave e entra no local)
Cena 13/ Restaurante/ Interno/ Dia
SOLANO: Não foi a Luana quem me contou. Eu ouvi casualmente, quando vim almoçar com a Vera nesse mesmo restaurante uns dias atrás.
ISADORA: E eu que pensava que tudo estava correndo com bastante sigilo. Aí vem você, me revelando que praticamente a cidade inteira já sabe quais descobertas eu fiz durante essa investigação.
SOLANO: Não foi exatamente isso o que eu quis dizer, delegada Isadora.
ISADORA: Mas deu a entender.
(O telefone de Isadora toca. Ela levanta-se, afasta-se da mesa e atende)
ISADORA: Alô?
TIAGO (do outro lado da linha): Olá, Isadora. Tudo bem?
ISADORA: O que você quer, Tiago?
TIAGO (do outro lado da linha): Isadora, nós precisamos conversar. Eu não entendi direito porque você decidiu dar um tempo na nossa relação. Logo agora, que eu decidi se separar da Luana. Isadora, por favor, eu te imploro, passa aqui na mansão para a gente conversar. A Luana saiu já faz um tempo. Nós podemos discutir esse assunto calmamente.
ISADORA: E porque você não pode sair da sua mansão e vim até a mim? Por que eu que tenho que me deslocar até a sua casa? Eu sinto muito, Tiago, mas eu não vou. Primeiro, porque eu não quero. Segundo, por que estou no meio de um compromisso importante. E, por favor, volte a me chamar de delegada Isadora. Eu prefiro que a formalidade volte a reinar sobre nós.
(Isadora desliga a chamada e põe o celular no bolso. Ela se aproxima da mesa e senta-se, voltando a ficar frente a frente com Solano)
SOLANO: Pela sua cara, parece que esse telefonema não te trouxe notícias agradáveis.
ISADORA: Solano, você me chamou aqui apenas para questionar a liberdade do Alexandre?
SOLANO: Claro que não.
ISADORA: Então, atenha-se ao assunto a que viemos tratar e dê com a língua nos dentes. O que mais você tem a me dizer sobre a morte da Amanda?
Cena 14/ Mansão Bertolin/ Sala de estar/ Interno/ Dia
(Luiza desce a escada e se depara com Cíntia, sentada em um dos sofás)
LUIZA: Fiquei surpresa quando a Francisca me disse que você veio falar comigo.
(Cíntia levanta-se)
LUIZA: Pelo que eu me lembre, na última vez em que você veio me visitar, eu te proibi de falar comigo.
CÍNTIA: É verdade, Luiza. Mas eu vim aqui porque eu quero te oferecer o meu apoio.
LUIZA: Que apoio?
CÍNTIA: Eu sou contra essa idéia do Vitor reivindicar a guarda do Marquinhos. Eu não quero o seu filho interferindo no meu casamento. E eu vim aqui para te dizer isso, para dizer que eu estou torcendo para que você continue com a guarda do seu filho. E eu te ofereço a minha ajuda no que for necessário para impedir que o Vitor ganhe essa briga judicial.
LUIZA: Não sei se devo ficar feliz com isso, Cíntia. Mas não se preocupe. Eu não precisarei da sua ajuda. Saber que você me apóia já está de bom tamanho. É só isso ou tem mais algo a dizer?
CÍNTIA: Eu ainda...
LUIZA (apontando para a porta): ótimo. Pode ir embora.
CÍNTIA: Obrigada por, pelo menos, dedicar uns segundos a mim e me ouvir.
(Cíntia sai)
Cena 15/ Paisagens de Dourados/ Noite
(Toca Radioactive – Imagine Dragons)
Cena 16/ Pousada/ Quarto de Isadora/ Interno/ Noite
(Isadora entra)
ISADORA: Estranho. Eu não me lembro de ter deixado essa cadeira nesse canto quando eu saí. E essas gavetas não estavam abertas.
(INÍCIO DE FLASHBACK – Capítulo 60 e Cena 13)
ISADORA: Alô?
TIAGO (do outro lado da linha): Olá, Isadora. Tudo bem?
ISADORA: O que você quer, Tiago?
TIAGO (do outro lado da linha): Isadora, nós precisamos conversar. Eu não entendi direito porque você decidiu dar um tempo na nossa relação. Logo agora, que eu decidi se separar da Luana. Isadora, por favor, eu te imploro, passa aqui na mansão para a gente conversar. A Luana saiu já faz um tempo. Nós podemos discutir esse assunto calmamente.
(FIM DE FLASHBACK)
ISADORA: As provas.
(Isadora corre até o baú, abre-o e se desespera ao ver o interior do objeto vazio)
ISADORA: Roubaram as provas.
Cena 17/ Mansão Bertolin/ Sala de estar/ Interno/ Noite
(Toca a campainha e Francisca atende)
ISADORA: A Luana está?
FRANCISCA: Sim. Ela está no quarto.
ISADORA: Com licença.
(Isadora entra e sobe a escada)
FRANCISCA: Espere. Você precisa ser anunciada. Droga. A dona Luana vai me matar.
(Francisca fecha a porta)
Cena 18/ Mansão Bertolin/ Quarto de Luana/ Interno/ Noite
(Luana está ao telefone)
LUANA: Deu tudo certo, Solano. Eu consegui pegar as provas e elas já estão bem guardadas.
(Isadora entra)
LUANA: Vou desligar.
(Luana coloca o celular em cima do criado mudo)
LUANA: Isso é jeito de entrar no meu quarto?
ISADORA: Cadê as provas?
LUANA: Do que você está falando?
ISADORA: Não seja cínica. Onde estão as provas que te incriminam pelo assassinato da Amanda que você roubou?
(Congela em Luana. Toca Radioactive – Imagine Dragons)

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