quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Fixação - Capítulo 64


Cena 1/ Praça/ Interno/ Dia
(Um círculo de pessoas ao redor de Isadora e Luana. Luana deitada no chão, com a boca e nariz sangrando, e Isadora agachada ao lado dela, com suas mãos no cabelo da vilã)
ISADORA: Acabar com você virou questão de justiça.
LUANA: Tente.
(Isadora se posiciona em cima de Luana e começa a estapeá-la, ofendendo-a de diversos nomes)
ISADORA (estapeando Luana): Ordinária. Vadia. Desgraçada...
(Tiago entra e se aproxima das duas. Tiago segura Isadora e a afasta de Luana, que se levanta com dificuldade)
ISADORA: Me solta, Tiago. Eu quero acabar com essa desgraçada.
TIAGO: Chega, delegada Isadora.
ISADORA: Eu não sou mais delegada. Fui destituída do cargo por culpa dela, da Luana, da sua esposa.
LUANA: Você deveria ter sido destituída do mundo, sua louca.
ISADORA: Eu vou mostrar a verdade para todos, Luana. Eu vou te desmascarar.
(Isadora se solta de Tiago e vira-se para ele)
ISADORA: E você, Tiago? Quando vai se desligar dessa ordinária?
(Isadora sai. Tiago se aproxima de Luana)
TIAGO: Tudo bem com você?
LUANA: O que você acha? Só me leva para a mansão, Tiago.
(Tiago e Luana saem e as pessoas se dispersam)

DIAS DEPOIS

Cena 2/ Hospital/ Sala de espera/ Interno/ Dia
(Marta e Lara estão sentadas em um dos bancos, em lados opostos. O médico sai de uma sala, entrando no local. Marta e Lara levantam-se ao vê-lo)
MARTA: E então, doutor? Ocorreu tudo bem na transfusão?
MÉDICO: Sim.
MARTA: Ai, que bom. E o Celso?
MÉDICO: Ficou no quarto. Decidi sedá-lo para impedir eventuais riscos. Fiz o mesmo com o Caio
LARA: E quando eles receberão alta?
MÉDICO: O Celso, hoje mesmo. Já o Caio, em breve. Não precisa mais se preocupar, gente. Tudo aconteceu da melhor maneira possível.
(Marta e Lara viram-se uma para outra para se abraçarem, mas, ao se entreolharem, desistem)

Cena 3/ Casa de Raimunda/ Sala/ Interno/ Dia
(Isadora entra. Ela passa pela sala e entra no corredor)

Cena 4/ Casa de Raimunda/ Quarto de Solano/ Interno/ Dia
(Isadora entra e se depara com Luana, sentada na cama.)
ISADORA: Luana? O que você está fazendo aqui?
LUANA: Eu que deveria fazer essa pergunta, não?
ISADORA: Eu não te devo satisfações.
LUANA: E você não deve aparecer na casa da minha tia sem ser convidada. Como conseguiu as chaves da casa?
ISADORA: Não é da sua conta.
LUANA: Você veio aqui atrás das fantasias?
(Luana dá uma gargalhada, enquanto Isadora permanece séria)
LUANA: Isadora, você acha mesmo que eu seria burra o suficiente para esconder as fantasias no mesmo lugar de antes, no lugar que o Lucrécio achou?
ISADORA: Agora, eu entendi porque você resolveu aparecer aqui. Você sabia que eu viria para cá e decidiu me pregar esse susto.
LUANA: Eu vou ser boazinha com você e te dar uma dica. As fantasias não estão aqui. Elas estão escondidas em um lugar que você nunca irá achar. E eu não entendo porque você persiste nessa idéia de recuperar as provas que eu roubei. Você não é mais delegada. Não tem mais obrigação de fazer esse serviço.
ISADORA: Sendo delegada ou não, eu vou te colocar na cadeia, Luana. Pode apostar.
LUANA: Veremos.
(Luana sai)

Cena 5/ Pousada/ Quarto de Maura/ Interno/ Dia
(Alguém bate na porta e Maura atende)
MAURA: Marta? Que surpresa em te ver.
MARTA: O Alexandre está?
MAURA: Não.
MARTA: Ótimo. Eu quero ter uma conversa com você, Maura. Será que eu posso entrar?
(Maura acena que sim. Marta entra e Maura fecha a porta)
MAURA: Ainda não estou acreditando que você veio conversar comigo depois de tantas coisas que aconteceram entre nós.
MARTA: Maura, sempre fomos amigas. Você viu meus filhos nascerem e eu vi o Alexandre nascer.
MAURA: Mas foi você mesma que jogou essa amizade para o alto, quando resolveu jogar o meu filho na cadeia, acusando –o de ter matado a sua antiga nora.
MARTA: Eu queria que você pudesse entender o meu lado, mas eu entendo o seu. É difícil para uma mãe ver seu filho preso. Eu só não dei apoio para o Alexandre, porque eu tinha que estar ao lado do Tiago. Bom, o que eu mais quero é enterrar essa história.
MAURA: Isso nunca acontecerá.
MARTA: Eu só preciso de um conselho, Maura. Será que você não é capaz de, pelo menos, me aconselhar? Estou precisando tanto desabafar com alguém sobre os meus problemas. Como eu não tenho amigos, eu escolhi você.
MAURA: Que honra. Ouvir os desabafos da grande Marta Bertolin.
MARTA: Sem deboche, por favor.
MAURA: Tudo bem, Marta. Eu vou ouvir o seu desabafo, e se estiver ao meu alcance, também te darei um bom conselho. Satisfeita?

Cena 6/ Delegacia/ Sala de Andrade/ Interno/ Dia
(Isadora entra)
ISADORA: Bom dia, Andrade. Você me chamou?
ANDRADE: Sim, Isadora. Apareceu uma notificação no seu nome.
ISADORA: Outra notificação?
(Andrade pega a notificação e entrega para Isadora. Ela abre e lê)
ANDRADE: O que diz?
ISADORA: O secretário de segurança requisitou a minha volta para São Paulo. Parece que ele ficou sabendo da surra que eu dei na Luana na praça e acha que eu não devo esperar o resultado do exame de corpo e delito daquela desgraçada aqui, em Dourados.
ANDRADE: E você vai voltar?
ISADORA: Convenhamos que essa surra que eu dei prejudicou a minha situação. Acho que se eu desacatar uma ordem do secretário de segurança, as coisas podem piorar ainda mais. Então, eu vou, Andrade. Eu irei voltar para São Paulo. Eu vou embora de Dourados.

Cena 7/ Pousada/ Quarto de Maura/ Interno/ Dia
MAURA: A Lara não é filha do Caio?
MARTA: Não. O médico fez um teste genético usando o sangue que ela doou e foi comprovado que ela não é filha do Caio. O problema é que só eu tenho posse dessa informação e eu preciso que o meu marido descubra a verdade.
MAURA: Diga o que você sabe a ele. E para dar mais veracidade, chame o médico que fez o teste genético para comprovar o que você está dizendo.
MARTA: O Caio não vai acreditar se eu falar. E se o médico disser, o Caio vai falar que eu subornei o doutor. O meu marido só vai acreditar quando ele tiver um documento em mãos que comprove que a Lara não é filha dele.
MAURA: Um teste de DNA. Convença o Caio a fazer um teste de DNA.
MARTA: É uma ótima idéia. É isso mesmo que eu irei fazer.

Cena 8/ Paisagens de Dourados/ Noite
(Toca Silhouettes – Avicii)

Cena 9/ Mansão Bertolin/ Sala de estar/ Interno/ Noite
(Tiago passa pela sala, quando a campainha toca. Ele atende)
TIAGO: Isadora?
ISADORA: Oi, Tiago. Eu vim aqui para dar uma notícia para toda sua família. Eles estão?
TIAGO: Você deu sorte. Todos estão aqui, sim. Exceto meu pai, que continua no hospital.
ISADORA: Que bom.
TIAGO: Entra, por favor.
(Isadora entra e Tiago fecha a porta)
ISADORA: Antes de você reunir a família, eu queria te dizer umas coisas.
TIAGO: Que coisas?
ISADORA: Coisas sobre o nosso relacionamento. Eu queria que ele tivesse dado certo, Tiago. Eu cheguei a fazer planos para nós dois, a programar eventos. Pena que não deu. Eu te amo, Tiago. Você foi o primeiro homem que me despertou para uma paixão verdadeira. Nunca vou esquecer o que passamos aqui. Parece que as circunstâncias não nos quiseram juntos. E você? Ainda me ama?
TIAGO: Eu não sei. A mulher por quem eu me apaixonei não era a Isadora que eu vi massacrando a Luana naquela praça. A Isadora que eu amo é trabalhadora, verdadeira, racional. Completamente diferente daquela Isadora violenta e incorreta que eu vi. Eu não sei mais definir os meus sentimentos por você.
ISADORA: Mas eu tenho certa noção. Você vai desistir de se separar da Luana, agora que não sabe mais se gosta de mim?
TIAGO: Não vou desistir do divórcio. Eu irei me separar porque vai ser bom para mim. Eu vou me desprender de um casamento onde eu não era feliz. Só não entendo por que ele está demorando tanto. Já dei inicio até nas papeladas.
ISADORA: Espero que um dia a gente consiga se entender. Ou pelo menos, que você entenda o meu comportamento com a Luana. Eu reconheço que não foi uma atitude civilizada em ter surrado-a daquela maneira. Eu reconheço. Só espero também que você tenha acreditado em mim, quando eu disse que era inocente em relação àquela primeira surra que a Luana levou e me acusou.
TIAGO: Não sei mais se devo crer nas suas palavras, Isadora. Se você foi capaz de bater na Luana, como você fez naquela praça, porque você não teria de tê-la surrado naquele dia, aqui, na mansão?
ISADORA: É triste saber que nem mais nas minhas palavras você confia.
(Luana desce a escada e vê o casal conversando)
LUANA: O que essa desgraçada está fazendo aqui? Veio me dar outra surra, Isadora?
ISADORA: Pode ficar tranqüila, Luana. Hoje, eu irei te poupar da minha mão. Vim aqui para dar uma notícia para família Bertolin.
LUANA: Ótimo. Então, o que você está fazendo aí, parada, em frente ao Tiago?
TIAGO: Nós estávamos tendo uma conversa, Luana. Só isso.
LUANA: Tiago, reúna logo a sua família e vamos ouvir o que essa abusada tem a nos dizer.
(Luana encara Isadora, que revida com um sorriso irônico)

Cena 10/ Pousada/ Quarto de Ludmila/ Interno/ Noite
(Alguém bate na porta e Ludmila atende)
LUDMILA: Maura? Entre, por favor.
MAURA: Com licença.
(Maura entra e Ludmila fecha a porta)
MAURA: Você estava com a razão, Ludmila. A Marta apareceu hoje de manhã no meu quarto, pedindo conselhos.
LUDMILA: Conselhos sobre o quê, exatamente?
MAURA: Não se faça de boba. Sobre aquilo que você me falou: o fato do Caio não ser pai da Lara.
LUDMILA: E o que vocês conversaram?
MAURA: Ela disse que queria que o Caio soubesse da verdade o mais rápido possível, mas não sabia o que fazer para que ele descobrisse que a Lara não é filha dele. Então, eu dei a idéia do teste de DNA, que você me recomendou.
LUDMILA: Ótimo. Tudo está caminhando da forma que eu quero.
MAURA: O que você pretende fazer, Ludmila?
LUDMILA: Segredo.
MAURA: Como segredo? Eu estou passando todas as informações para você. Por recompensa, você pelo menos deveria me contar o que pretende fazer contra a Marta.
LUDMILA: A Marta me humilhou bastante nessa vida, Maura. Eu só quero que ela pague. E, pelo que eu lembre, você só está me ajudando nessa vingança porque ela não deu suporte ao Alexandre quando ele foi preso.
MAURA: Ela tem que pagar por essa traição. Se ela desse valor a amizade que tínhamos no passado, ela teria ajudado meu filho, mas não. A Marta preferiu se esconder atrás dos lençóis.
LUDMILA: Fique tranqüila. O que eu estou reservando para a Marta é um sofrimento que ela mesma não terá dimensão.

Cena 11/ Mansão Bertolin/ Sala de estar/ Interno/ Noite
(Dois sofás. Um ocupado por Luiza - com Marquinhos no colo - , Felipe, Luana e Marta. O outro, por Celso, Lara, Tiago e Isadora)
ISADORA: Bom, gente, eu vim me despedir de vocês.
TIAGO: Se despedir?
LUIZA: Você vai embora, Isadora?
ISADORA: Sim. Eu irei voltar para São Paulo amanhã de manhã. A verdade é que eu não tenho mais nada para fazer aqui, depois de eu ser afastada injustamente do meu cargo de delegada.
CELSO: É uma pena, Isadora.
TIAGO: E a investigação da morte da Amanda? Como fica?
ISADORA: Outro delegado investigativo vem dar continuação ao caso.
(Marta levanta-se e se aproxima de Isadora)
MARTA: Como o Celso disse, realmente é uma pena, delegada Isadora.
ISADORA: Eu não sou mais delegada, dona Marta.
MARTA: É sim. Esse afastamento do cargo não vai apagar tudo o que você já fez para a profissão. Apesar de eu não ter ficado tão por dentro assim da investigação, eu sinto muito por você nos deixar. Eu gostava de você, Isadora. E queria tanto que o seu relacionamento com o Tiago desse certo.
TIAGO: Mãe, por favor.
MARTA: Queria mesmo. Eu adorava a Amanda e eu gostei de você. Mas saiba, Isadora, que eu te admiro bastante, principalmente por duas coisas.
LUANA: Já vai começar a babação.
LUIZA: Cala a boca, Luana.
ISADORA: Que coisas, dona Marta?
MARTA: A primeira delas é pelo fato de você ter se entregue nessa investigação para pôr os reais assassinos da Amanda na cadeia, mesmo isso ainda não ter acontecido. E a segunda, que é a mais importante, é pelo fato de você ter dado uma surra na Luana na frente de todos. Você fez o que eu sempre quis ter feito com essa biscateira golpista.
LUANA: Eu não sou golpista, dona Marta. Será que dá para a senhora parar de implicar comigo?
MARTA: Eu me arrependo totalmente por não ter presenciado essa surra. E pode ter certeza que se eu estivesse lá, eu te ajudava a quebrar mais ainda a cara de pau dessa ordinária.
TIAGO: Chega mãe, por favor.
ISADORA: Obrigada pelo elogio, dona Marta.
MARTA: Volte quando quiser.
ISADORA: Bom, eu tenho que ir. Obrigada por tudo, gente. Até qualquer dia. Boa noite.
(Todos dão adeus para Isadora, que sai)

Cena 12/ Mansão Bertolin/ Quarto de Luana/ Interno/ Noite
(Luana entra, com o celular ao ouvido)
LUANA: Alô. Solano? Você não acredita no que acabou de acontecer.
...
LUANA: A Isadora acabou de sair da mansão, dizendo que vai embora de Dourados amanhã de manhã.
...
LUANA: Isso mesmo. Finalmente, aquela desgraçada vai sumir das nossas vidas. Estou tão feliz por isso. Com certeza, isso merece uma comemoração. Vamos celebrar amanhã no galpão?
...
LUANA: Certo. É só você sair antes da Vera acordar. Espero você cedo, hein? Beijo.
(Luana põe o celular no criado mudo)
LUANA: Eu sou uma gênia.

Cena 13/ Paisagens de Dourados/ Dia
(Toca Promises – The Cramberries)

Cena 14/ Pousada/ Externo/ Dia
(Isadora, Alexandre e Maura estão na calçada. Isadora está encostada no seu carro)
ISADORA: Bom, agora tenho que ir. Já pus todas as malas no carro.
ALEXANDRE: Vamos sentir tanto a sua falta.
ISADORA: Eu também.
(Isadora e Alexandre se abraçam)
MAURA: Boa viagem.
ISADORA: Obrigada, dona Maura.
(Maura e Isadora se abraçam)
ISADORA: Vocês e o Lucrécio foram amigos que eu fiz aqui, durante esse tempo. Nunca me esquecerei de vocês. Beijos.
(Isadora entra no carro e parte)

Cena 15/ Fórum/ Recepção/ Interno/ Dia
(Vitor e Cíntia estão sentados em um banco. Felipe e Luiza entram. Vitor, ao ver o casal, levanta-se)
VITOR: Felipe. Luiza. Pensei que não viriam. Achei que vocês teriam fugido da cidade com o meu filho nos braços.
LUIZA: Ele não é seu filho.
VITOR: É sim, Luiza. Aceite. A partir de agora, eu só chamarei o Marquinhos de meu filho.
LUIZA: Cafajeste.
FELIPE: Calma, Luiza.
VITOR: Segue o conselho do seu marido imbecil e mantenha a calma, Luiza.
FELIPE: Nós iremos provar, Vitor, que você não irá ganhar a guarda do Marquinhos.
VITOR: Eu nunca entro numa batalha para perder.
LUIZA: Para tudo tem a sua primeira vez, não é mesmo?
(Cíntia levanta-se)
CÍNTIA: Será que dá para vocês pararem de discutir?

Cena 16/ Carro de Isadora/ Interno/ Dia
(Isadora pára na frente de um semáforo. Pelo vidro, ela vê Luana e Solano entrando em um carro)
ISADORA: O que a Luana e o Solano irão fazer juntos? Eu não vou perder essa oportunidade de segui-los.
(Isadora, pelo vidro do seu carro, vê o carro de Luana e Solano partirem. O sinal verde do semáforo aparece. Isadora parte com o seu carro)

Cena 17/ Galpão/ Interno/ Dia
(Luana e Solano entram)
LUANA (envolvendo o pescoço de Solano com os seus braços): Estou tão feliz, Solano. Pelo menos por agora, eu não quero falar sobre problemas. Só quero comemorar a saída da Isadora das nossas vidas.
SOLANO: Você tem certeza que não há risco de ela voltar para Dourados?
LUANA: Claro que não. Agora com ela fora, nós estamos livres da acusação do assassinato da Amanda. Sem falar que agora, eu ficarei mais tranqüila para pegar as senhas das contas bancárias de todo mundo daquela família de merda. Será questão de tempo, para roubarmos o dinheiro deles e fugirmos para algum lugar. De preferência, uma ilha onde ninguém nos ache.
SOLANO: Ilhas Cayman. O que acha?
LUANA: Depois pensamos com mais calma o lugar do nosso refúgio. Ah, Solano, com a gente ninguém pode, nem mesmo esses delegados fuleiras e molengas que o Brasil nos arranjou.
(Luana beija Solano e os dois caem no chão do galpão, aos beijos e amassos)

Cena 18/ Galpão/ Externo/ Dia
(Isadora sai do carro e se aproxima do galpão)
ISADORA: O que esses dois foram fazer nesse galpão? Já estou imaginando.
(Isadora toca na parede externa do galpão e caminha ao redor do local. Ela percebe que há brechas na parede e, por meio delas, consegue ver Luana e Solano, nus, no chão do galpão)
ISADORA (para si): Eu sempre soube que eles tinham uma ligação mais íntima. Bingo, Isadora. Agora eu te peguei, Luana. Prepare-se que eu irei te destruir.
(Congela em Isadora. Toca Baiya -  Delphic)

Compartilhar:
← Postagem mais recente Postagem mais antiga → Página inicial

0 comentários:

Postar um comentário